Ofício do Akathistos (3º)

 

            Após o Ofício do Akathistos (3º), nesta última sexta-feira, 21/03, foi feita, como havia sido anunciado, uma meditação, desta vez pelo Pe. Gregório Teodoro, do Clero de nossa Catedral. O Tema foi “As Bem-Aventuranças”, com base no início do Sermão da Montanha, no capítulo 5 do Evangelho de São Mateus, versículos 1 a 12, na qual se apresentou resumidamente o que segue.

Resumo da meditação As Bem-Aventuranças (S. Mateus 5,1-12)

           Jesus, ao subir ao monte e dar início ao famoso “Sermão do Monte” ou “da Montanha”, que compreende os capítulos 5 a 7 do Evangelho de São Mateus, colocou-se como o Mestre, tendo aos pés seus discípulos.

          O “monte” evoca a presença de Deus, como no Sinai, quando foram entregues as tábuas da Lei, os Dez Mandamentos (Êxodo 19,16-20,17) sem nos esquecermos do Tabor, o monte da Transfiguração (S. Mateus 17,1-8).

          O “Sermão da Montanha” se apresenta como que a “Constituição” do Reino de Deus, a nova Lei emanada do Senhor.           É interessante notar que S. Lucas, em seu Evangelho, também apresenta as Bem-Aventuranças, mas de forma resumida, com quatro Bem-Aventuranças, às quais contrapõe quatro “ais” (S. Lucas 6,20-26).  

          São nove as bem-aventuranças segundo Mateus, sendo a nona formulada de forma diferente, nas quais o Senhor Jesus proclama felizes (felix), bem-aventurados (makarios): os pobres, ou seja os desassistidos, desamparados por tudo e todos, que só de Deus podem esperar socorro, bem como aqueles que, mesmo tendo bens materiais, se sentem carentes, pobres diante de Deus; os que choram, os enlutados, aqueles que sofrem por perdas que afetam suas vidas; os mansos, que não fazem uso da violência, os humildes; os famintos e sedentos de justiça, que querem vivê-la e dela sentem necessidade nas relações humanas, no dia a dia, buscando equidade no viver e menos desigualdade; os misericordiosos, aqueles que se compadecem e perdoam; os puros de coração, ou seja, quem “é íntegro em sua conduta, e pratica o que é justo... que nenhum mal faz ao seu semelhante” (Salmo 15); os pacificadores, os que semeiam a paz trazida pelo Rei da Paz; os perseguidos por causa da justiça, aqueles que sofrem incompreensão por procurarem a retidão no viver, num mundo onde os valores divinos e humanos são invertidos; e, finalmente, os cristãos perseguidos exatamente por trazerem sobre si o nome de seu Senhor (Cristo), os mártires (testemunhas) de todos os tempos e lugares, que deram a própria vida pela profissão da fé cristã, e todos que que selaram com seu sofrimento e fé em Jesus Cristo.

 

PARA VER A MEDITAÇÃO COMPLETA (Clique Aqui)

 

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